Praticando a Criatividade - Conteúdo Microlearning
Ao longo da história, a percepção do que é ser um gênio evoluiu significativamente. Na Roma Antiga, acreditava-se que cada pessoa possuía um "gênio", uma entidade espiritual que guiava e inspirava suas ações. Esse conceito atribuía as realizações individuais a uma força externa, desvinculando o indivíduo da responsabilidade total por suas criações. Por exemplo, se alguém criasse uma obra excepcional, o mérito era compartilhado com seu gênio; se falhasse, a culpa também recaía sobre essa entidade. Essa visão proporcionava uma certa proteção psicológica aos criadores, aliviando-os da pressão de serem os únicos responsáveis por seus sucessos ou fracassos.